O Terroir Mineiro e seus Vinhos e Vinícolas

Por: Ivan Ribeiro

Há quem diga que não existem semelhanças e nem coincidência, não é? Mas, sempre vem a vida e nos mostra exatamente o contrário.

E porque estou falando disso ao invés de vinhos? Bem, coincidências que ao tratarmos do Terroir Baiano, vimos que o mesmo meio que se mistura com Pernambuco por força da Região do Vale do São Francisco. Fato que acontece do mesmo modo ao falarmos de Terroir Mineiro. Enquanto na Bahia temos o Velho Chico, em Minas Gerais temos a Serra da Mantiqueira, que faz divisa com São Paulo e Rio de Janeiro, e o Sul de Minas se encontra com o Norte de São Paulo e criam um local mágico, com paisagens deslumbrantes, terroir propício, terras boas, clima ameno e muita tecnologia envolvida nisso tudo.

O Terroir Baiano e seus Vinhos e Vinícolas

Mas as coincidências e semelhanças não param por ai. Enquanto o Vale do São Francisco se assemelha pelo além fronteiras como a Serra da Mantiqueira. A Serra da Mantiqueira se aproxima da Bahia também na Região de Morro do Chapéu e Chapada Diamantina, já que as duas regiões produzem café de altíssima qualidade para o mercado nacional e mundial. A exemplo das regiões de Mucugê, com o projeto da Fazenda Progresso, e a cidade de Andradas, em Minas Gerais, que tem uma história de grande imigração Italiana, para cultivo de uvas, café e muitos vinhos.

E tem mais coincidências! A Região da Serra da Mantiqueira, que luta para ser uma DOC (Denominação de Origem Controlada), face a sua regularidade de terroir, vinhos de altíssima qualidade, muitos premiados e com projetos grandiosos na área do enoturismo, como se fosse a “Napa Valley” dos vinhos Brasileiros. Possui clima de boa amplitude térmica, que consegue proporcionar uma saturação e maturação perfeita para as uvas produzirem vinhos de grande qualidade, em termos de acidez e taninos, trouxe para próximo dos grandes centros comerciais e financeiros do País, a cultura do vinho e do enoturismo crescente em toda região. Assim como vem ocorrendo em todo o Vale do São Francisco e regiões da Chapada Diamantina.

 

O que antes somente era possível para os moradores da região Sul do país, agora tem ficado mais próximo para os moradores de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, e outros tantos locais onde o mundo da viticultura e do enoturismo tem crescido no Brasil. Contrariando, inclusive, as formas históricas e limites predeterminados de todo processo de produção e fabricação dos vinhos, como limites de latitudes e as formas de poda e colheita das vinhas.

E tudo isso vamos ver sobre o terroir mineiro. Inovador, desafiador, como o baiano, e sedutor, com seus vinhos extremamente agradáveis, potentes, diferentes e especiais. Vamos viajar e vamos falar superficialmente de algumas vinícolas de São Paulo também, pois fazem parte de todo esse contexto que engloba a Serra da Mantiqueira, misturando São Paulo com Minas Gerais e o mundo do vinho.

É importante comentar que parte de toda essa história, tanto na Bahia como em Minas Gerais, começou com a imigração dos Italianos na década de 1910, quando fincaram raízes nesses Estados e iniciaram a produção de café, plantio de uvas para consumo próprio e vendas para as adegas que existiam na região e demais implementos. Com o passar dos anos e a diminuição do plantio de café, as famílias começaram a se dedicar ao cultivo das uvas e produção de vinhos. Foi quando começaram a surgir as primeiras vinícolas na Região, como a Casa Geraldo e a Stella Valentino, tendo como carro chefe de suas vinhas as uvas que também são destaque no Terroir Baiano, como a Syrah e Tempranillo.

As vinícolas contam com a ajuda da EPAMIG, com um trabalho extremamente competente dos enólogos e demais funcionários do referido Órgão, em especial da Isabela Peregrino, que acompanha de perto algumas vinícolas e é também responsável pelos vinhos vinificados na EPAMIG e demais vinícolas. A EPAMIG tem vinhos com marca própria, além de realizar todo o processo de venda de mudas de vinhas e monitoramento desse trabalho com os produtores.

Localizada numa região extremamente propícia ao cultivo em geral, a Serra da Mantiqueira comporta e proporciona todos os elementos necessários para a obtenção de um terroir único e ideal para produção de uvas, visto que faz uma junção da Mata Atlântica e seus conjuntos de montanhas rochosas com grande altitude e amplitude térmica. Dentre essas montanhas, temos: o Pico da Mina; Pico das Agulhas Negras; Pico dos Três Estados entre outros. Situações essas que afloram com belíssimas paisagens da região e incrementam o enoturismo.

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A altitude, que fica entre 1200 e 2800 metros acima do nível do mar, permite dias com temperaturas mais amenas, e uma amplitude térmica muito marcante, o que favorece o cultivo das uvas vitis viníferas. Situação que comunga com uma conexão de fatores que fazem da microrregiões adjuntas da Mantiqueira, como o Triângulo das Serras e o entorno de Espírito Santo do Pinhal, terem especial vocação para o turismo de um modo geral. Um grande pólo de produção de produtos de extrema qualidade, tais como: alimentos e bebidas, queijos, embutidos, azeites e cafés.

Assim, dentro desse conjunto fantástico de elementos fascinantes, desafiadores, deliciosos e atrativos, que surgem grandes pólos da viticultura Brasileira. Dentro da Região da Serra da Mantiqueira e de Minas Gerais, como um todo, vamos encontrar as vinícolas Luiz Porto, Estrada Real, Casa Geraldo, Maria Maria, ABN, Dos Montes, Stella Valentino, além das vinícolas Santa Maria, Terra Nossa, Casa Verrone e Guaspari, dentre outras localizadas na região.

No entanto, vamos nos concentrar apenas nas seguintes vinícolas do primeiro grupo, localizadas em Minas Gerais, como a minha querida e amada Stella Valentino.

Vinícola Stella Valentino.

Essa Vinícola, pela qual tenho extremo apreço e admiração por seus vinhos, fora toda relação pessoal que tenho com a família, tem uma história belíssima, que pode ser contada pelo Sr. Procópio em todas as visitas que são realizadas na vinícola.

Localizada no Município de Andradas, exatamente no terroir da Serra da Mantiqueira, ela iniciou com a vinda de Valentino Stella, nos anos de 1910, com a imigração Italiana para o Brasil, juntamente com sua família e outras tantas famílias que se fixaram na região Sul de Minas Gerais.

Com uma produção inicial de café e plantio de uvas americanas, vendia as uvas para as adegas que tinham na região. Somente em 2002, iniciou-se projeto Stella Valentino, nome dado para a Vinícola em homenagem tetravô. E seguem na linha de produção de seus vinhos as homenagens aos demais membros da família. Os vinhos produzidos trazem homenagem a Modestos, bisavô de Sr. Procópio, que batiza o Syrah Modestus, um vinho de extrema elegância, e o Angelus, um Tempranillo de potência e estrutura fenomenal, que é homenagem Dona Ângela, que era a esposa do Valentino Stella.

Atualmente a vinícola produz alguns vinhos simples feitos da uva Moscato, além de um rose criado pelo Sr. Procópio, Sauvginon Blanc, Syrah e Tempranillo que são trabalhos acompanhados de perto pela competente enóloga Isabela Pelegrino, que desenvolve um serviço magistral na região, juntamente com a EPAMIG.

Uma visita que vale muito, e eles estão criando um projeto de enoturismo sensacional, com a presença visitantes junto ao campo, aprendendo como se faz a poda, colheita das uvas e todo o processo de produção dos vinhos.

Atualmente a Vinícola está passando pelo processo de modernização e criando uma estrutura com tanques de aço para produção interna de seus vinhos,  que trará ainda mais frescor e qualidade para os vinhos produzidos, contando ainda com sala de degustação e adega particular.

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Vinicola Luiz Porto.

Assim como a Stella Valentino, as histórias das vinícolas do Estado de Minas Gerais se misturam com lindas passagens das vidas dos criadores desse lindo livro com sabor de vinhos e alma de apaixonado.

A Luiz Porto, localizada no Sul de Minas, na Região de Cordislândia, possui um terroir próprio e único, argiloso e granulado, com boa permeabilidade, muito porosa e pouco coesa, com altitude que fica em torno dos 500 metros acima do nível do mar e uma excelente amplitude térmica. Foi onde Luiz Porto resolveu por fim a sua produção de café e partir para a produção de vinhos finos e de grande qualidade com o plantio de mudas vindas da França.

Conta a história, que Sr. Luiz Porto, em um belo dia, resolveu não abrir a fazenda de café e, montado no seu cavalo, percorreu cada pedacinho da sua fazenda, conversando com a Mãe Terra, sobre seus sonhos, seus anseios e seus desejos de ver ali nascer vinhos de extrema qualidade. Hoje em dia, os vinhos produzidos por eles demonstram que tudo deu certo e vem seguindo o seu propósito. Os vinhos das uvas Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc, Syrah, Sauvignon Blanc e Moscatel, seguem duas linhas de produção e produtos, a Luiz Porto e a Dom de Minas, que contam com vinhos e espumantes de boa qualidade e que merecem a prova e apreciação de todos eles.

A Vinícola conta com excelente estrutura para produção dos seus vinhos, com tanques de aço inox, barricas de carvalho francês e americano, totalmente automatizada com maquinários importados da Itália, onde consegue realizar toda a produção e engarrafamento dos vinhos. As visitas podem ser agendadas e são permitidos passeios de cavalo pelos vinhedos e visitação em todo processo de produção dos vinhos.

Vinícola Primeira Estrada.

O que chamo de coincidência ou destino se encaixa perfeitamente nesses dois terroirs fascinantes e que trazem grandes vinhos e histórias.

A Primeira Estrada surgiu de um passeio pelas águas do Velho Chico, que banha o Vale do São Francisco, do Terroir Baiano, onde o Botânico Francês Auguste Saint Hilaire registrou “…. a notável superioridade das uvas colhidas no inverno com relação as do verão…”, fato que veio se confirmar ao longo dos anos, com estudos e todo desenvolvimento praticado pela EPAMIG, através da Isabela Pelegrino e o sistema de dupla poda, que inverteu a colheita das vinhas, para serem realizadas no inverno e não no verão, como geralmente são realizados.

Hoje a Vinícola Estrada Real – Primeira Estrada, é uma sociedade de brasileiros e franceses, que produzem vinhos de grande qualidade, como o Primeira Estrada Syrah, o Syrah Rosé e o Primeira Estrada Sauvignon Blanc, que estranhamente não encontrei no site da vinícola.

Pessoalmente já degustei algumas safras do Primeira Estrada Syrah, que é um vinho de uma complexidade fora de série. Produto de grande qualidade. Recomendo.

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Casa Geraldo – Vinhos Finos.

Mais uma grande história contada por conta dos imigrantes italianos, que vieram para o Brasil com muitos sonhos e objetivos carregados na mala.

Inicialmente o cultivo era de uvas para consumo próprio pela família, e essa paixão foi crescendo de geração para geração, ao ponto de erguerem a Casa Geraldo, que tem 30 anos de história, sendo a maior produtora de uvas da região de Andradas e uma das maiores Vinícolas de Minas Gerais.

Contando hoje com uma estrutura de primeira linha, com auditório, receptivo, restaurante, bar vip, recebe muito bem os visitantes, que podem degustar os vinhos da Casa Geraldo e Vinhos Campino, as linhas da vinícola.

Tem cultivada em seus vinhedos as castas: Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Merlot, Tempranillo, Syrah, Moscato, Bordô, Malbec, Carmenere, Tannat e Prosecco, produzindo alguns vinhos de altíssima qualidade, cortes, outros com passagem por barrica francesa, espumantes moscatel, moscatel rose, prosecco, brut e brut rose de Pinot Noir.

Percebe-se a quantidade de varietais cultivadas na vinícola, e ela é uma grande referência na produção de uvas e nos vinhos produzidos. Recomendo a visitação na vinícola, que ainda conta com curso de degustação de 1 dia, onde o visitante acompanha todo processo de produção, visita os vinhedos e aprende muito sobre vinho de todas as formas.

Vinhos Maria Maria.

Um projeto novo, surgido em 2006, depois que o proprietário e cafeicultor sofreu um infarto, e seu médico receitou uma taça de vinho por dia. Ele resolveu plantar e cultivar seu próprio vinhedo e produzir seus vinhos.

Localizada no Sul de Minas Gerais, Município de Três Pontas, produz vinhos que já tive a gratidão de prová-los. Tanto o Syrah, quanto o Sauvignon Blanc, mostraram serem vinhos untuosos e de uma qualidade superior, muito agradáveis. Além dessas duas castas, ainda são cultivadas a Cabernet Sauvignon e a Chardonnay, utilizada para produção de espumantes.

Uma particularidade da vinícola são os nomes dado aos vinhos, que sempre carregam o nome de alguma mulher ligada a família dos donos. Outra curiosidade, é o nome da vinícola, que foi uma homenagem do proprietário, Sr. Eduardo, ao amigo Milton Nascimento, que lá esteve no início das plantações dos vinhedos e ficou estarrecido com a coragem de cultivarem essas uvas nessa região de Minas.

Tudo isso é que faz do mundo do vinho uma grande magia e uma descoberta sem igual.

Vinícola ABN.

Localizada no cerrado, entre os Municípios de Andradina e São Vicente de Minas, na Estrada Real, com altitude de mais de 1.100 metros e com terras próximas ao Rio Turvo Grande que circula a vinícola, tem uma produção vasta e cuidadosa de diversas castas, e outras tantas que estão sendo testadas e que podem vir a agregar seu portfólio, com as mudas tendo sua origem da Itália e da França.

Atualmente produz vinhos com as castas: Pinot Noir, Syrah, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Seibel e Goethe. Contudo, eles ainda cultivam as castas: Ancelotta, Riesling Itálico, Sauvignon Blanc e Merlot.

O carro chefe deles é o vinho denominado Doberbo, feito da Syrah. Um Reserva Única e Especial, com edição limitadíssima e numerada.

A Vinícola conta com a ajuda da equipe da EPAMIG, bem como de seus colaboradores internos, e tem 45 mil vinhas.

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Vinícola Dos Montes.

Localizada no Município Santana dos Montes, eu poderia dizer que é mais uma grande semelhança com a Bahia. Enquanto na Bahia temos a Fazenda Progresso com um projeto grandioso e produzindo diversos itens ao mesmo tempo, em Minas temos a Fazenda Guarará. Um complexo que une hotel fazenda, cervejaria, cachaçaria e produção de vinhos, além de diversos programas de lazer e eventos correlacionados com a região.

Num adega intimista e única, os hospedes podem degustar rótulos produzidos na própria Fazenda, das castas: Merlot, Syrah, Cabernet Franc e Tempranillo. Além das cachaças prata, que é produzida direto do alambique para os tanques existentes no Hotel e, deles para as garrafas, e a Ouro, que envelhecem em barricas de Amburana. Sem contarmos com a produção da Cerveja Artesanal Loba, nos estilos Pale Ale, Weiss e Lager.

Nota-se que trata-se de um complexo multifuncional que explora de forma grandiosa o enoturismo da Região.

Vinicola Villa Mosconi.

Ainda na região de Andradas, com uma cultura bem especial e buscando vinhos espumantes de altíssima qualidade, temos a Villa Mosconi, que produz espumantes pelo método Champenoise seguindo a linha dos grandes Champanhes Franceses, que utilizam Chardonnay e Pinot Noir em sua composição. Entretanto, para acrescentar mais frescor e leveza aos espumantes, resolveram acrescentar a Riesling na composição dos mesmos.

Na linha de vinhos da vinícola, temos os Espumantes brut, extra-brut, Nature, Rosé e um vinho branco seco Riesling. Com alguns prêmios conquistados, prezam pela excelência na produção dos seus vinhos de modo geral.

Demais Vinícolas e Associações.

O mundo da viticultura Mineira é amplo e vasto, com grande potencial de crescimento. Além da Região da Serra da Mantiqueira, temos vinícolas em Diamantina (Quinta D’Álva, Vinhedo Fazenda Candeias, entre outras) e vinícolas na Região do Alto de Jequitinhona.

A Vinícola Quinta D’Alva, ao começar a plantar uvas em Diamantina, despertou o interesse de outros produtores e agricultores da região a desenvolverem a mesma cultura e plantio. Fato que acarretou numa grande união entre eles e o surgimento da AVODAJ – Associação dos Vitivinicultores e Olivicultores de Diamantina e Alto Jequitinhonha. Com essa Associação, todo incentivo cultura, gastronômico, vinhos, cervejas e demais bebidas produzidas nessas localidades, ganharam projeção e divulgação. A Associação ajuda todos os produtores e realiza diversos eventos, feiras e festivais dos produtos fabricados. O que representa um ganho enorme para toda população dessas localidades.

Considerações finais:

Assim, encerramos essa breve pincelada sobre Terroir Mineiro e sua vasta bagagem e material. Como o Baiano, ele se confunde com outras regiões, ma trás no berço de sua cultura a sua grandiosidade de informações e elementos próprios.

Claro que Minas tem muitos mais encantos e, certamente, muitos mais regiões que buscam a cultura do vinho e seu avanço. O que ensejaria um trabalho mais minucioso e realizado in loco por toda Minas Gerais. Fatalmente realizarei um dia.

Ivan Ribeiro do Vale Junior.
Advogado / Sommelier / Professor / Escritor
WSET / ISG / FACSUL / UFRGS
@duvalewinetasting

14 comentários em “O Terroir Mineiro e seus Vinhos e Vinícolas

  1. Prezado dr. Ivan, parabéns por seu trabalho. Apenas gostaria de lhe lembrar que o Dr. MURILLO ALBUQUERQUE REGINA, engenheiro agrônomo e PhD em Enologia pelas Universidades de Bordeuax e Montpellier na França é chefe da Epamig em Caldas, que acabou de se aposentar, foi o criador do metodo da DUPLA PODA e o grande articulador e consultor de quase todas as vinícolas que o Sr bem citou. É um dos propritarios da Primeira Estrada, criada por volta de 2000, em Três Corações, MG, que acompanhei desde seu início, por ser eu daquela cidade. Foi ele quem contratou pra a Epamig a Isabela Peregrino (este seu sobrenome correto), enologa competente, mas que entrou nesse trabalho cerca de uns 15 anos depois, e vem produzindo bons vinhos, mas não é a criadora do revolucionário metodo da dupla poda e ela , a bem da verdade, nem se declara como tal. Mas é apenas este o reparo que faço ao seu bom trabalho!

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    1. Prezado Guilherme. Muito obrigado pelo comentário e esclarecimentos, irei solicitar a alteração no artigo. No entanto, não atribuo à Isabela Peregrino a invenção da Dupla poda, e sim, que é um estudo desenvolvido pela Epamig e que vem sendo conduzido por ela. Bom saber que foi o Dr. Murillo o criador desse sistema. Desculpe se causei uma interpretação diversa da disposta no artigo. Mas, busquei compor de forma generalizada sobre toda a região, e que bom que gostou do conjunto por completo. Complementos são sempre válidos. Muito obrigado..

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  2. Olá, boa tarde. Gosto muito dos posts do blog, porém é a primeira vez que comento. E o faço porque estive in loco na região em meados de agosto. Confesso que está muito, mas muito longe de ser razoável o receptivo das vinícolas que “tentei” visitar. Não consegui falar com algumas delas de nenhuma maneira, nem por site, rede social e, pasmem, até ao antigo telefone. Exceção feita a Casa Geraldo que nos proporcionou, com a intervenção de um amigo, uma visita maravilhosa, perfeita eu diria. Não foi de todo decepcionante porque encontrei os vinhos em mercados, fizemos na nossa confraria de Lages SC talvez um dos primeiros encontros do Brasil com 7 Syrahs do sudeste. Mas isso é o começo, espero que eles encorpem suas equipes com profissionais de marketing que interaja com clientes, porque produtos bons eles tem. Desculpa o textão.

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