A Origem e a História da Produção de Vinhos no Brasil

Por Ivan Ribeiro

Como meio de propagar o vinho brasileiro, uma paixão que carrego desde os meus 18 anos de idade, venho buscando relatar todos os aspectos que envolvem esse assunto e buscando informações sobre toda a vastidão do mundo da viticultura no Brasil.

Mas, quando começou? Quem trouxe as primeiras mudas? Onde surgiram os primeiros vinhedos?

Essa é uma história que realmente precisa ser contada e buscada na sua essência maior, para entendermos melhor o conjunto de fatores que envolvem os vinhos nacionais e sua evolução. Uma história que envolve imigrações, colonizações e muito amor pela terra e pelos vinhos.

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Nesse artigo, vamos falar de história do vinho no Brasil, quando e onde começou e quais os caminhos que se percorreram para chegarmos aos dias de hoje, onde, podemos dizer que, se plantando tudo dá.

Onde surgiram os primeiros vinhedos no Brasil?

Embora muitos pensem que os primeiros plantios de uva no Brasil ocorreram no Rio Grande do Sul, eu lamento desapontá-los. Todo esse caminho da viticultura no Brasil surgiu em 1532 através de Martins Afonso de Souza, que trouxe as primeiras mudas de videiras para o País e foram cultivadas por Brás Cubas, fundador da cidade de Santos, São Paulo.

As primeiras mudas foram cultivadas na Serra do Mar, onde hoje se localiza a cidade de Cubatão.

No entanto, as primeiras tentativas não lograram êxito. A continuidade de tentativas na produção de vinho nacional e persistência de Brás Cubas em fazê-lo, somente lograram êxito ao cultivar as videiras na região de Tatuapé, de onde surgiram os primeiros vinhos que eram “suportáveis” ao palato, evoluindo a região da viticultura para as regiões de São Vicente até a região de Mogi das Cruzes. Sendo reconhecido o feito pela Câmara Municipal de São Paulo.

Não eram vinhos de grande qualidade, mas eram melhores do que os vinhos que eram transportados de Portugal para o Brasil e chegavam, por vezes, estragados e impossíveis de serem degustados.

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A região seguinte a receber os primeiros plantios de videiras foi a Capitania de Pernambuco, através de Maurício de Nassau, que lá plantou videiras na Ilha de Itamaracá, onde os vinhos foram produzidos com resultados satisfatórios e com qualidade que deixou a todos orgulhosos, ganhando o brasão da capitania, que tem três cachos de uvas das videiras em seu formato. Eles foram implantados no Brasão d´Armas da Ilha, pelo pintor contratado por Maurício de Nassau, Franz Post. Quis a história ou não, Pernambuco hoje é uma das regiões do Brasil que se produzem vinhos de qualidade, em especial nas cidades de Garanhuns, Santa Maria de Boa Vista e Lagoa Grande, além do centro de Estudos em Petrolina.

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Mas, infelizmente, o futuro do vinho nessa região não obteve um êxito tão longo, face às diversas adversidades que acometeram e acabaram por prejudicar a produção, tais como pragas e demais incidentes. Mas, já era uma esperança que alimentou o futuro e hoje se produz vinhos em Pernambuco.

Daí, depois de muito tempo, somente em 1626, apareceu um novo plantio de videiras europeias em São Nicolau, na região de Sete Povos das Missões, ao ser levada até lá pelo Jesuíta Roque Gonzáles. Não tendo, contudo, vingado o plantio nessa oportunidade, visto a dificuldade da adaptação das videiras nos solos brasileiros, que dificultou o desenvolvimento da viticultura no País.

Apenas em 1742, com a chegada de algumas famílias de açorianos e madeirenses, que se radicaram em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul, foi que a viticultura no Brasil começou a renascer. Mesmo diante de tantas adversidades e imposições advindas da Coroa Portuguesa nas limitações e nos impedimentos de produção do vinho nacional, através da determinação da Rainha Dona Maria I que, em 5 de janeiro de 1785, proibiu toda e qualquer atividade manufatureira na colônia. Incluindo a viticultura.

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Desta forma, mesmo havendo o cultivo das videiras, a evolução do vinho ficou travada já que o Brasil não poderia produzir nada que fosse manufaturado. A lei caiu apenas em 1808, por Dom João VI, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil

Apesar dos entraves, em 1813, D. João VI reconhece a primazia de Manoel de Macedo Brum da Silveira na arte de plantar videiras e produzir vinhos na Região do Rio Grande do Sul. Era o início de algumas mudanças que se seguiriam até os dias de hoje.

A história não apagou o afã e a força do vinho em crescer no nosso País. E, em 1821, com a partida da Coroa Portuguesa para Portugal, o caminho ficou aberto para D. Pedro I proclamar a Independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822 e determinar inúmeras medidas que alteraram o curso do cultivo de uvas e da produção dos vinhos nacionais. Que ganhou força em 1824 ao ser determinado pelo Imperador D. Pedro I que realizassem uma ocupação em massa na região sul do País, em especial nas divisas com Argentina, Paraguai e Uruguai.

Com tais medidas, o governo criou margem para que várias pessoas fossem para o Sul, sendo a região primeiramente ocupada por algumas famílias alemãs, quando ocorreu o plantio bem sucedido da casta Isabel, através de Tomas Master, que cultivou a referida casta na Ilha dos Marinheiros. A casta desenvolveu muito bem e ganhou qualidade no produto final, sendo razão para disseminar a viticultura pelas colônias alemãs dentro da região de São Leopoldo, alcançando Pelotas, Gravataí, Montenegro, Viamão e municípios do Vale dos Sinos. Todo esse avanço entre 1840 e 1860.

Foram anos promissores e de crescimento vertiginoso, tendo relatos escritos de vinhos produzidos no Vale dos Vinhedos em 1881, que estão registrados num relatório feito pelo Cônsul da Itália, Enrico Perrod, que eternizou a produção de 500 mil litros de vinhos na cidade de Garibaldi. Uma produção expressiva para a época.

Mesmo com esse avanço todo, ainda estávamos engatinhando frente ao resto do mundo, onde a produção é milenar e com muita bagagem e muita história. E foram essas histórias, experiências e cultura, que fomos premiados com a imigração, em massa, de famílias italianas, proveniente da fuga dos conflitos existentes na Europa, e trazendo a cultura dos mesmos que se propagou por toda região do Rio Grande do Sul. Dando início, no começo do século XX nos primeiros cultivos de videiras nas Serras Gaúchas. Na bagagem, vinha a vontade de iniciar uma nova vida longe dos conflitos da Europa.

Carregando na memória o amor pelo vinho e pela cultura italiana, as quais se enraizaram nas mudas de videiras italianas (provindas da região do Vêneto) que vieram nas bagagens e foram cultivadas no Rio Grande do Sul. Era o início do resgate da vida que tinham na Itália, onde o vinho é tido como alimento.

Mas, as doenças e diversas pragas devastaram as videiras, e os imigrantes italianos foram obrigados a buscar mudas que resistissem ao tempo e as condições impostas naquelas regiões, encontrando nas mudas da uva Isabel a solução para o problema, e cultivando a casta Vitis Labrusca para que fossem continuados os processos de produção de uva e vinho.

O século XX

Nesse período, no ano de 1899, o criador da Vinícola Peterlongo chegou na cidade de Garibaldi. Manuel Peterlongo foi o responsável pela criação do primeiro espumante brasileiro, em 1915, ano em que fundou a vinícola, mesmo com todas as dificuldades de adaptação das videiras na região.

A casta Isabel foi fundamental para esse avanço todo, tendo criado várias cooperativas, que foram reunidas  em 1912 através da fundação da Federação das Cooperativas do Rio Grande do Sul, mas que acabou não sendo a solução mais viável, constituindo-se em mais um golpe sofrido no avanço da viticultura no Brasil.

Nessa época deparamos com os primeiros dizeres do jargão: “somos Brasileiros e não desistimos jamais”. E esse foi o lema dos imigrantes. Com sangue e acreditando no crescimento do vinho nacional, se uniram e buscaram ajuda com grandes profissionais da Itália na área da viticultura para que pudessem trazer para o Brasil uma enormidade de conhecimentos e avanços tecnológicos para o crescimento do mundo do vinho.

Foi nesse momento que as preocupações pela qualidade do vinho nacional tornaram-se videntes e reais. Estamos falando de algo entre 1920 a 1924, quando foi dado início ao plantio de uvas Vitis Viniíferas, como Merlot, Chardonnay e Cabernet Franc, dentre outras, através do amparo e auxílio dos profissionais competentes do assunto, que caminharam para o início de formação de centros de estudos, com pessoas preocupadas em entender o clima e o solo e como as videiras se comportavam no Brasil.

Daí, tivemos a criação da Estação Experimental de Viticultura e Enologia em Caxias do Sul, através da pessoa do Professor Celeste Globatto, que encorajou outros tantos estudiosos, à exemplo do Professor Júlio Seabra Inglez de Souza que buscou conhecer melhor toda a região de Campinas, São Roque e Jundiaí, fazendo diversos experimentos e testes com várias castas para buscar a que melhor se adaptava ao clima daquelas regiões.

Com todo esse avanço e passando a produzir vinhos de boa qualidade, a preocupação começou a pairar sobre as falsificações que norteavam os vinhos. Surgindo, naquele momento, o primeiro órgão de fiscalização dos vinhos para regular a oferta e procura do mercado em relação aos vinhos regionais, evitando venda de produtos falsificados. Foi criado o Sindicato Vinícola do Rio Grande do Sul, sediado em Porto Alegre e fundado em 1927.

O Brasil seguiu crescendo no mundo da viticultura com estudos feitos ao longo das décadas de 1930 à 1960. Muito embora, nesse intervalo tivemos grandes avanços dentro da viticultura brasileira, com estudos feitos por grandes feras do mundo do vinho, tais como: Luiz Pereira Barreto, Campos da Paz e Júlio Seabra Inglez de Sousa. Também não podemos deixar de lembrar da grande obra publicada pelo Celeste Gobbato, intitulado “Manual do Vitivinicultor Brasileiro”, que foi considerada como uma Bíblia para todos os produtores da Serra Gaúcha.

Esse livro reunia todos os estudos e experimentos feitos por Gobbato ao longo dos anos que esteve à frente da Estação Experimental de Viticultura e Enologia. Uma obra bem ilustrada e com todos detalhes de suas experiências.

Além dessa primorosa obra para a Vitivinicultura do Brasil, os estudos de Júlio Seabra Inglez de Sousa realizados no interior de São Paulo, um estudo profundo com vários testes de diversas castas, levaram a edição do livro “Uvas para o Brasil” que é outro livro altamente respeitado em todos os meios.

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Nesse meio tempo, e com vinhos avançando em várias regiões do Brasil, como já mencionamos em diversos artigos postados, nos deparamos com histórias incríveis de amor ao vinho e de regiões que não eram conhecidas e que já eram grandes polos de produção de uvas, tais como: Jundiaí, Andradas, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Pernambuco. As histórias falam por si, e em determinado período tivemos mais produção na Região de Jundiaí e Andradas, do que no Sul do País.

O mundo do vinho no Brasil caminhou muito com a imigração e depois com a mudança de algumas famílias do Sul para outras regiões do país, além daqueles que se instalaram desde o início nas regiões onde plantam e cultivam suas uvas.

Esse avanço despertou interesse de grandes multinacionais e produtoras de vinhos, que acabaram por se instalar no Brasil em 1951. Podemos destacar: Georges Aubert, Almadém, Chandon (instalada em 1970 com a vinda da Moet & Chandon), Martini e Cinzano, dentre outras grandes multinacionais, que ajudaram no avanço da vitivinicultura no país, trazendo muita tecnologia e novas técnicas nos processos de produção dos vinhos.

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Dentre essas modernidades, foram alterados os métodos de cultivo das videiras de latada para espaldeira, entre os produtores parceiros da Serra Gaúcha, incentivando-os no cultivo de castas viníferas, que proporcionaram um grande avanço de qualidade nos vinhos nacionais, incentivando o aumento da área cultivada e novas tendências que impulsionaram bastante os vinhos brasileiros para um patamar grandioso.

E, o que hoje parece modernidade, que são os vinhos de lata  fazendo sucesso dia após dia, em 1972 teve a produção dos primeiros vinhos enlatados do Brasil. Eles foram elaborados pela vinícola Israel, que está localizada em Santa Rita de Caldas – MG. Uma vinícola que teve início em 1927, com a sua primeira colheita em 1931 e premiada em 1934 pela excelente qualidade dos seus vinhos. Em 1972, lançou seus vinhos enlatados, que eram apresentados nas seguintes versões: Rosé de Mesa, Suave de Mesa, Tinto de Mesa e Branco de Mesa.

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As décadas de 1980 e 1990 trouxeram grandes avanços, estudos, degustações, confrarias e o vinho sendo divulgado no Brasil com uma crescente sem igual. Na década de 1990 eu estive em algumas vinícolas do Paraná e pude presenciar o avanço e a paixão pelos vinhos, parreiras, uvas, a pisa. Eram domingos com vinícolas e adegas do Bairro Santa Felicidade sempre lotados.

As vinícolas com muita história foram ganhando avanço e cada dia sendo mais perfeitas em suas técnicas e produção, com linhas de produção modernas, colheitas cada dia mais eficientes e vinhos ainda mais sedutores.

Tivemos a abertura do comércio internacional e os vinhos do mundo inteiro começaram a ser importados para o Brasil, criando uma competição com os vinhos nacionais e apresentando para o Brasil grandes vinhos Franceses, Portugueses, Alemães e de outras tantas regiões.

O consumo no Brasil cresceu bastante e os vinhos circulavam pelo país inteiro. Muitos em forma dos famosos galões de 5 litros, como eram comercializados os vinhos Sangue de Boi, produzidos pela Cooperativa da Vinícola Aurora. E os brasileiros começaram a conhecer as principais castas e os vinhos que vinham do mundo todo.

No entanto, apesar de todo o avanço nos últimos 100 anos, somente em 2002 foi quando o Brasil obteve junto ao INPI sua primeira Indicação de Procedência, a do Vale dos Vinhedos. E, em 2012, obteve a primeira D.O. (Denominação de Origem) para classificação de espumantes e vinhos tranquilos produzidos nos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, no Rio Grande do Sul, que devem seguir uma série de exigências pré-estabelecidas.

Todo esse avanço e toda essa intervenção do mercado estrangeiro no Brasil, com instalações de grandes empresa multinacionais do ramo de bebidas no Rio Grande do Sul, comprando pequenas vinícolas ou começando as produções de formas iniciais, alertaram a nova geração dos imigrantes para tudo que estava acontecendo e fizeram ressurgir, como uma grande explosão, os vinhedos e vinícolas no Rio Grande do Sul.

Surgiram também grandes nomes da enologia, com a busca incessante do conhecimento e do amadurecimento, com métodos de produção inovadores como  Phillipe Coulon, Adolfo Lona, Ernesto Cataluña, dentre outros. Fazendo surgir grandes nomes como a Miolo, Pizzato, Lovara, Dal Pizzol, Dom Cândido, Valduga, Lidio Carraro, Dom Giovanni, Pedrucci, Marson, Valmarino e tantos outros que, junto dos mais antigos como Cooperativa Aurora, Salton, Cooperativa Garibaldi, e demais regiões da viticultura e vinícolas do Rio Grande do Sul e do País, vem mostrando esse nosso imenso Brasil.

Atualmente, além das regiões do Rio Grande do Sul, o Brasil tem produção de vinhos em vários Estados e regiões, tais como: Vale do São Francisco, Nordeste em geral (Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Bahia), Minas Gerais (região do cerrado e da Serra da Mantiqueira, além de outras regiões que vem crescendo), São Paulo (com vinícolas até no centro de São Paulo, além de São Roque, Valinhos, Indaiatuba, Ribeirão Branco, Franca, Jundiaí, Espírito Santo do Pinhal e outras tantas), Rio de Janeiro, Brasília e Goiás (formando o terroir do cerrado), Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, entre outras tantas regiões que virão dentro do vasto Brasil.

O Terroir Capixaba e seus Vinhos e Vinícolas.

Todas essas regiões estão descritas no nosso Projeto Novos Terroris do Brasil, onde levamos conhecimento dessas regiões, mapeando-as e contando as histórias das principais vinícolas e vinhos, suas origens e seus projetos para o futuro.

O Brasil que venho contando e mostrando para vocês, é um Brasil lindo e rico de vinhos e vinícolas maravilhosas. Um Brasil que vem quebrando barreiras e inovando nas técnicas de produção, como a dupla poda, sistemas de irrigação e condução da produção, dentre outros tantos avanços por parte dos estudos feitos pelos técnicos da EMBRAPA no país inteiro. Além das crescentes de IG – Indicações Geográficas, que, em breve, serão 11 IG´s no Brasil. Uma busca para melhorar a qualidade dos vinhos nacionais em todos os aspectos.

O Brasil figura hoje entre um dos produtores mundiais de vinhos, sendo reconhecido no mundo todo. Algumas vezes vencendo concursos em países tradicionais do velho mundo, como no caso de nossos famosos espumantes e alguns vinhos tranquilos. O país ocupa a 18ª posição no ranking dos maiores produtores do mundo (15ª em 2018), segundo dados da OIV.

+ Produção Mundial de Vinhos x Consumo Global em 2019

Hoje o Brasil está em 17º Lugar entre os maiores consumidores de vinhos do mundo, consumido no pais com 3,3 milhões de hectolitros, número que permanece estável desde 2015. Nota-se que o caminho é muito grande para evoluir e mercado para abarcar.

Considerações Finais

Esse é o nosso Brasil da vitivinicultura, na sua história e na sua origem. Assim foi o início de tudo. O pontapé inicial desse lindo mundo vinho brasileiro, que tem avançado vertiginosamente, e tem muito para evoluir. E assim, vamos levando conhecimento e mostrando o mundo do vinho no Brasil, contando sua história, regiões, vinícolas, projetos, sonhos e muito mais.

E se você quiser (e puder) contribuir com o Projeto Novos Terroirs do Brasil, acesse o link abaixo e faça sua doação. Lá, você terá mais informações do projeto e do destino dos recursos obtidos nessa arrecadação.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-novos-terroirs-do-brasil

Faça você também parte dessa história!!

Ivan Ribeiro do Vale Junior.
Advogado / Sommelier / Professor / Escritor
WSET / ISG / FACSUL / UFRGS
Instagram: @duvalewinetasting
Projeto NOVOS TERROIR DO BRASIL.

5 comentários em “A Origem e a História da Produção de Vinhos no Brasil

  1. Amigo Ivan. Sempre fui um curioso sobre p que aconteceu para que chegássemos até aqui. Com certeza a terra que tudo da foi imprescindível! E a luta de quem aqui aportou, e se esforçou em inúmeros lugares, para que desse certo é digno de aplausos. P Brasil engatinha é fato mas como possui inúmeras fronteiras, como tanta gente boa se envolve, e quantos vinhos ótimos já conhecemos por aqui, nem comento os espumantes, pois culturalmente nem procuro de outras origens, lógico exceto o Francês. Mas há tintos maravilhosos, pequenas parcelas, vinhos desenvolvidos com paixão. A história é linda e não tenho dúvida que vamos evoluir mais. Sinto que neste país uma garrafa de vinho é taxada de 30 a 40%. Não teria dúvidas que estariamos a consumir mais e até exportar mais, seríamos mais competitivos.

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    1. Meu querido amigo,
      Realmente temos muito para evoluir e estamos evoluindo. Perceba que nossa História do Vinho é recente. Ainda estamos nos primeiros passos. E com certeza vamos trilhar grandes caminhos. Colabore com nosso projeto. Quero transformar todo esse material em livro. Obrigado pelo comentário. Forte abraço!!

      Curtido por 1 pessoa

  2. Excellente trabalho aqui apresentado por Ivan Ribeiro, sobre os vinhos do Brasil, eles merecem. Eu provocaria o Ivan a elevar este trabalho a uma incursao mais exaustiva e evidencialista do grande potencial dos vinhos do Brasil em Livro.
    Sou um amante dos vinhos e a minha tentacao por vinhos bem feitos, nao enomados, e incansavel e no Brasil, cada viajem feita, a Serra Gaucha, a Serra Paulista ou Petrolina nas margens do Rio San Francisco, ecoou no meu estado de satisfacao por um Bom Vinho, Brasileiro. Elevar este seu trabalho a um livro, nao so testemunhara um ascendente natural da qualidade do Vinho do Brasil, reconhecera todo um trabalho dos colonizadores do passado, sejam Portugueses, Italianos ou Alemaes, e criara uma ferramenta para qualquer Sommelier Brasileiro que se preze em divulgar com orgulho um produto da sua terra. E este o ponto a que eu quero chegar: O bom Vinho Brasileiro necessita ser divulgado, primeiro no Brasil, para que tenha eco e seja bem trabalhado a nivel global Mundial e porque nao usar os grandes embaixadores do Brasil no Mundo: os jogadores de futebol,a CBF.
    Excelente trabalho e espero ver esse seu trabalho em livro, e nos grandes cursos de vinho Internacionais, WSET, Courte dos Masters Sommeliers e os grandes Mestres, Masters of Wine.
    Bem haja amigo Ivan Ribeiro, um abraco
    Leonel Lopes

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  3. Meu querido amigo,
    Realmente temos muito para evoluir e estamos evoluindo. Perceba que nossa História do Vinho é recente. Ainda estamos nos primeiros passos. E com certeza vamos trilhar grandes caminhos. Colabore com nosso projeto. Quero transformar todo esse material em livro. Obrigado pelo comentário. Forte abraço!!

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